Até que ponto o Ego das pessoas pode atrapalhar no estabelecimento das prioridades e definir o que é ou não URGENTE?

Parece que URGENTE na maioria das vezes está mais ligado à alguém que deixou de fazer o que deveria, por um mimo “não profissional” ao cliente, ou até mesmo uma satisfação ao seu próprio Ego.

Será que se fossemos melhores como seres humanos e fizéssemos o que é certo, sempre respeitando cada membro da equipe, não seria positivo para todos?

Até que ponto o Ego das pessoas pode atrapalhar ao se estabelecer  prioridades e definir o que é ou não digno de URGÊNCIA?

Será que porque o pagamento é alto, regras podem ser sempre quebradas?

 
Até que ponto os valores morais se misturam com as necessidades reais?

 
Será que se existisse mais transparência com o cliente, sem levar em consideração somente o dinheiro, não teríamos mais eficiência?

 
É entendível que existam coisas urgentes, mas algumas podem sim serem negociadas ou melhor programadas para não chegarem ao extremo do prazo.

 
A verdade é que tudo se mistura, profissional X ego e estamos perdendo a noção das coisas. Programadores somem e abandonam projetos, GPS precisam de terapia, as empresas têm prejuízo e o cliente fica infeliz. Tudo porque a URGÊNCIA virou regra, mas nem sempre uma verdade.

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